“Se o grão de trigo não cair na terra e não morrer continuará só, mas se morrer dará muito fruto” João 12:24
Para a semente é necessário começar a morrer, para então voltar a vida. As sementes ilustram o sacrifício.
Quando a semente morre ela produz o fruto e multiplica, multiplica os nossos sonhos, projetos e conquistas, mas a multiplicação tem um preço, o sacrifício.
Ao ponderar os esforços, lutar contra os erros, criar alternativas, chorar, perder e regressar, vivemos o drama da semente em transformação, a semente que cai e luta pela vida até que apareça a primeira folha e depois o tão sonhado fruto.
Entendermos que o sacrifício é parte do processo e se faz necessário, é preencher a vida com valores que crescem a longo prazo, é um gesto corajoso e exige de nós humildade e comprometimento.
Deus nos criou para um propósito, para que descemos frutos.
O Senhor fará com que nossas sementes cresçam, se tornem folhas e surjam muitos frutos, resultando numa grande colheita como resultado da nossa entrega e disciplina. A folhinha verde é o primeiro impacto na floresta
da vida, demonstrando que vem por aí uma grande árvore...
sexta-feira, 19 de abril de 2013
quarta-feira, 17 de abril de 2013
Noé foi o primeiro a plantar uma vinha...
Noé, que era
agricultor, foi o primeiro a plantar uma vinha.
Bebeu do vinho, embriagou-se e ficou nu dentro da sua tenda.
Cam, pai de Canaã, viu a nudez do pai e foi contar aos dois
irmãos que estavam do lado de fora.
Mas Sem e Jafé pegaram a capa, levantaram-na sobre os ombros e,
andando de costas para não verem a nudez do pai, cobriram-no.
Gênesis 9:20 ao 29
Quem não conhece a história de Noé?
Noé foi o único homem justo diante de Deus numa terra corrompida
pelo pecado.
Deus o escolheu para construir uma grande embarcação para
proteger a sua família e os animais
criados, da forte chuva que inundou a terra.
Por causa da justiça de Noé, como homem temente a Deus, toda sua
família foi poupada da morte.
Porém, como descrito através do texto bíblico acima, após o
dilúvio, Noé, que era agricultor, plantou uma vinha.
Eu fico imaginando a vinha de Noé.
Quando plantamos uma semente, sabemos que ela não germina de um
dia para o outro.
Creio que Noé, todos os dias visitava a vinha. Afofava a terra,
regava, tirava folhinhas secas e ficava de olho para não dar bichinhos.
Passado algum tempo, vieram os frutos.
Imagine só, como deveriam ser deliciosas aquelas uvas. Penso que
eram cachos suculentos, que só de escrever este texto, já me dá água na boca.
Hummm!
Então Noé, com muita inteligência, acredito eu que sendo ele o
primeiro a plantar uma vinha; também foi o primeiro a pisar a uva, aguardar o
tempo de fermentação natural e preparar o vinho.
Você sabe que a fermentação natural do vinho, também leva um
tempo.
Mais ou menos duas semanas fermentando. Depois precisa amassar
mais um pouco e coar e passar para outro recipiente.
Quanto mais tempo de envelhecimento, mais sabor e aroma o vinho
terá.
Agora imagine a ansiedade de Noé em poder degustar de sua
maravilhosa experiência.
Você agüentaria tanto tempo?
Mas, eu penso que Noé era um homem paciente. Afinal, construir
aquela grande embarcação, caçar os animais,
colocá-los na arca, providenciar alimento para todos os animais e sua
família, armazenar água potável, rachar lenha para cozinhar e tantos outros
detalhes de uma viagem com tempo indeterminado para terminar, demandou mais ou
menos 120 anos entre a construção, o dilúvio e o desembarque no monte Ararate.
Então seria moleza esperar o tempo que fosse preciso para
usufruir daquele vinho.
Até aí tudo bem. É muito bom cultivar a terra. Semear e colher.
Melhor ainda é poder desfrutar do fruto.
Mas o texto diz que Noé embriagou-se e como conseqüência tirou
sua roupa, expondo sua nudez.
Veja só, Noé o único homem considerado justo diante de Deus,
passou por uma tremenda vergonha.
Com esta explanação, eu quero trazer uma meditação para nossas
vidas.
E começo te fazendo uma pergunta:
_Quanto tempo você tem esperado por algo?
Pode ser na vida pessoal, familiar ou profissional.
E neste tempo de “espera” você faz tudo bonitinho. Deposita sua
confiança em Deus, ora constantemente, lê a Palavra de Deus, ouve e canta
louvores, participa assiduamente dos cultos, ou seja, assim como Noé, tem uma
vida regrada de obediência ao Senhor.
Enfim, chega o tempo de colher seus frutos. E você tem duas
escolhas:
1º Pegar o seu fruto, saboreá-lo moderadamente e continuar a
obedecer ao Senhor, agora mais do que nunca, porque a espera foi longa e nada
melhor do que desfrutar da benção na presença de Deus, não mesmo?
Ou,
2º Pegar o seu fruto, entrar na sua tenda e loucamente e
desvairadamente usufruir do que Deus te deu?
O fruto é o seu milagre, a sua benção;
Há pessoas que recebem a benção e fogem da Presença de Deus.
Entram na tenda. É como se agora não precisasse mais do companheirismo do
Senhor, da direção do Seu doce Espírito.
O sabor daquele milagre é tão intenso, que parece ser preciso
experimentá-lo tudo de uma vez, não se pode dividir com ninguém, muito menos
com o Senhor Deus.
Vemos isto quando por algum tempo uma pessoa busca condições e
orientação para adquirir um bem material, como por exemplo uma casa. Enquanto a
pessoa paga aluguel, ela está buscando a direção de Deus. Após a compra do
imóvel, ela passa o final de semana limpando a casa e não participa mais dos
cultos. Com isto, a benção tomou o lugar do abençoador.
Ou então aquela que clama por uma cura e após receber a cura,
não volta para oferecer a Deus um culto de agradecimento, porém volta a gozar a
vida dissolutamente.
Conheço pessoas que clamavam por um filho, e ao receber o grande
milagre, hoje dão a desculpa de não poder cultuar a Deus, devido a criança não
se comportar na igreja.
Até quando nos esconderemos de Deus em nossas desculpas?
Penso que Noé poderia ter convidado seus filhos para degustar do
vinho, desfrutar de uma boa conversa, ali ele passaria as instruções de como
continuar o cultivo da vinha.
Mas a Palavra é clara, quando diz que ele embriagou-se. O
problema não foi beber o vinho. O problema foi embriagar-se dele.
O problema não é desfrutar da benção. O problema é a benção
estar em primeiro lugar e Deus em último.
Perceba que, enquanto você está cultivando sua vinha (vida) sob
o cuidado do Criador, tudo vai acontecendo naturalmente. Até a espera pela
benção tem sabor de milagre, porque vamos adquirindo experiências maravilhosas
com o Senhor.
Mas quando colhemos nossa benção, nos escondemos na tenda para
usufruirmos como bem queremos dela, ficamos expostos, sem proteção.
Com a lição ensinada na Palavra de Deus, pude hoje aprender que
até mesmo alguém considerado como justo, se não estiver abrigado em Deus e
andar por seus próprios caminhos, pode errar.
Não sei em que estágio está a sua vinha:
Se você está arando a terra para plantar a semente, esteja
abrigado em Deus;
Se você está semeando, esteja abrigado em Deus;
Se você está colhendo, esteja abrigado em Deus;
Se você está usufruindo do fruto, esteja abrigado em Deus.
Não se distancie de Deus.
Não se esconda em sua tenda. Esconda-se debaixo das asas do
Altíssimo, onde você estará em segurança.
Revista-se com a armadura de Deus, com ela jamais você passará por
vergonha.
Deus abençoe sua vinha!
segunda-feira, 25 de março de 2013
O Solo da Alma
A confissão faz para
a alma o mesmo que o preparo da terra faz para a plantação.
Antes de lançar as sementes , o agricultor trabalha a terra,
removendo pedras e arrancando tocos.
Ele sabe que a semente se desenvolverá melhor se a terra for
preparada.
Confissão é o ato de convidar Deus para percorrer o terreno
do nosso coração.
“Há uma pedra de ganância ali, Pai, e não consigo removê-la.
E aquela árvore de culpa perto da cerca? Suas raízes são longas e profundas. Posso
também mostrar-lhe uma parte seca do solo, dura mais para receber a semente?”
A semente de Deus se desenvolverá melhor se o solo do coração
estiver limpo.
E, então, o Pai e o Filho percorrerão o campo juntos;
cavoucando e capinando, preparando o coração para o fruto.
A confissão convida o Pai para trabalhar o solo da alma.
A confissão busca perdão de Deus, não anistia.
Perdão pressupõe culpa; anistia, palavra derivada do mesmo
vocábulo grego “amnesia”,
esquece a ofensa alegada, sem imputar culpa.
A confissão admite o erro e busca perdão;
A anistia nega o erro e reivindica inocência.
Extraído do livro “Nas Garras da Graça de Max Lucado”
sexta-feira, 22 de março de 2013
O Regador
A proporção é adequada para molhar todo o vaso da planta e
suprir a necessidade de sua sede.
Para falar a verdade, preciso comprar um regador!
Tenho colocado água nas minhas plantas com um copo.
Sinto como se elas falassem:
_ Calma aí garota, quer me engasgar?
Tive esta sensação dando água para minha samambaia, quando
ela me retribuiu com um belo banho, depois que a embebi com um caneco cheinho!
E por este ponto de vista, penso como tem sido nossas
palavras, quando regamos a semente que plantamos.
É natural que a semente plantada necessite de rega em tempo
oportuno;
E, quando regada demasiadamente poderá apodrecer sua raiz.
Coloco neste texto duas situações:
A semente plantada é a palavra de Deus lançada às pessoas;
A água é a medida com que você instrui estas pessoas a
conhecer a Palavra de Deus.
Há muitas pessoas que ainda são bebês no jardim do
Jardineiro.
Estão acomodadas em um vasinho que necessita de cuidados
especiais para enraizar.
Então não adianta querer regá-las com uma água totalmente
vitaminada, pois ainda estão sendo preparadas para receber adubos sólidos.
Se colocarmos muita água nestas sementes, podemos
confundi-las ao invés de alimentá-las.
Pense nisso:
Como você tem regado suas sementes?
Você dispensa o amor
necessário para tirar os bichinhos que ainda tentam permanecer e crescer com a
raiz? Isto exige paciência.
As podas deverão ocorrer a medida que a raiz cresce e a
planta se desenvolve.
Se você podar as primeiras folhas, que ainda estão verdinhas,
nada restará. A não ser uma semente oprimida tentando lutar por seu
crescimento.
E este não é o nosso objetivo, certo?
Vá com calma, a plantinha agora ainda pequenina crescerá. Ficará
linda em tempo oportuno e dará folhas, flores, frutos e novas sementes surgirão.
Apenas tome muito cuidado com a quantidade da água!
Deixe que o Jardineiro é especialista em tratar com
sementinhas.
Novamente Jesus disse:
"Com que compararemos o Reino de Deus? Que parábola
usaremos para descrevê-lo?
É como um grão de mostarda, que, quando plantada, é a menor semente de todas.
No entanto, plantada, ela cresce e se torna a maior de todas as hortaliças, com ramos tão grandes que as aves do céu podem abrigar-se à sua sombra".
Marcos 4:30-32
É como um grão de mostarda, que, quando plantada, é a menor semente de todas.
No entanto, plantada, ela cresce e se torna a maior de todas as hortaliças, com ramos tão grandes que as aves do céu podem abrigar-se à sua sombra".
Marcos 4:30-32
Tenha uma linda tarde.
terça-feira, 12 de março de 2013
Crescer...
*-*Por Adriana Leandro*-*
Primeiro a semente, depois o broto, logo as folhinhas;
Um pouco mais de tempo e vem as flores, logo aparecem os
frutos.
Passam o tempo, crescem as raízes.
Dos frutos, novas sementes; nova semeadura. E o ciclo
recomeça.
Gosto da frase do pastor e escritor Max Lucado:
“O crescimento é o objetivo do cristão.
A maturidade é o seu dever.”
Diante destas palavras, concluímos que quatro hábitos diários
são necessários para o crescimento:
Oração que é o adubo;
Doação que é o plantio da semente em vários vasinhos;
Lealdade para com a igreja, que é a estufa de tratamento
para um florescimento adequado;
Estudo bíblico diário (Leitura da Palavra) que é a água
(alimento) que lava o nosso interior e alimenta a raiz.
Faça destes hábitos a sua rotina e cresça no Jardim do Pai.
sexta-feira, 8 de março de 2013
É uma honra...
“...e o nome da cidade desde aquele dia será
Jeová-Samá. - Ezequiel
48:35b”
Em nosso entorno estão os largos muros de proteção, que nos
faz habitar no esconderijo do Altíssimo.
Somos uma cidade regada, frutífera e de boa pastagem para
todos os que necessitam de abrigo.
Somos como cidade de braços abertos a receber os filhos e
filhas de Deus.
Somos uma cidade bem dimensionada, especialmente medida pelo
Senhor, onde há uma porção sagrada para oferecer sacrifícios de louvor ao
Senhor continuamente.
Somos uma cidade santificada: separada por Deus e para Ele.
Somos a cidade que abriga todo aquele que necessita de apoio
e paz.
Pois a cidade que somos tem um nome precioso: Jeová-Samá (O
Senhor está aqui).
Somos a cidade onde o Espirito Santo faz morada.
Honre ao Senhor com todo o seu ser, pois Ele te honrou
fazendo de ti uma cidade próspera.
(Leitura completa: Ezequiel 48)
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